sexta-feira, 21 de junho de 2013

Belém nas ruas. O que Belém quer?

Belém, 20 de junho de 2013.
Em frente ao Palácio Antônio Lemos.
Quinze mil nas ruas (ou 25 mil, extraoficialmente).
Multidão por debaixo de mangueiras, nas trilhas do Ver-o-Peso, sob os olhares dos barqueiros.
Protestos legítimos de uma maioria clamando por seus direitos. Em paz.
Violências e vandalismos de uma minoria que só anseia por isto: violências e vandalismos.
Reparem as mensagens nos cartazes.
Valem uma tese.
Ou melhor: várias teses sobre os clamores de milhares, milhões de pessoais que anseiam por melhorar o país.
As fotos são de Fernando Sette Câmara.

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5 comentários:

Anônimo disse...

A revolta é contra a política bandida que nos domina. Tanto é que ninguém permite nas passeatas bandeiras e camisas com siglas de partidos. Estamos cheios desses pilantras! A maioria.

Jesiel Nascimento disse...

SHOW DE BOLA!!! Pensei que não viveria pra ver isso acontecer. Parabéns ao Brasil e, principalmente, à nossa terrinha amada Belém.

Guilherme disse...

Publicado no Brasil 247 e Reproduzido no Educação Política

Depois de convocar o Brasil todo para se unir à onda de manifestações pelo país, o Movimento Passe Livre (MPL) deixou o protesto no meio da noite desta quinta-feira na capital paulista.

Em nota divulgada na rede social Facebook na madrugada desta sexta-feira (21), criticam a violência contra grupos que não pertencem ao MPL e que também participaram da marcha de quinta (20) nas ruas de São Paulo.

Segundo o professor Lucas Monteiro, 29 anos, integrante do MPL, o movimento “não abandonou” os manifestantes. “A gente saiu porque a manifestação cumpriu com a obrigação dela, que era de comemorar a redução da tarifa.”

Pedro criticou alguns grupos que estavam na manifestação. “Militantes de extrema direita querem dar ares facistas a esse movimento”, afirmou. Para Lucas, “a hostilidade sempre existiu”.

Leia o texto publicado no perfil do MPL no Facebook:

O Movimento Passe Livre (MPL) foi às ruas contra o aumento da tarifa. A manifestação de hoje faz parte dessa luta: além da comemoração da vitória popular da revogação, reafirmamos que lutar não é crime e demonstramos apoio às mobilizações de outras cidades. Contudo, no ato de hoje presenciamos episódios lamentáveis de violência contra a participação de diversos grupos.
O MPL luta por um transporte verdadeiramente público, que sirva às necessidades da população e não ao lucro dos empresários. Assim, nos colocamos ao lado de todos que lutam por um mundo para os debaixo e não para o lucro dos poucos que estão em cima. Essa é uma defesa histórica das organizações de esquerda, e é dessa história que o MPL faz parte e é fruto.
O MPL é um movimento social apartidário, mas não antipartidário. Repudiamos os atos de violência direcionados a essas organizações durante a manifestação de hoje, da mesma maneira que repudiamos a violência policial. Desde os primeiros protestos, essas organizações tomaram parte na mobilização. Oportunismo é tentar excluí-las da luta que construímos juntos.
Toda força para quem luta por uma vida sem catracas.
MPL-SP

Anônimo disse...

O sujeito desse MPL é oportunista. Se diz apartidário. Papo furado. Quer uma boquinha pra mamar nas tetas dos governos.

Anônimo disse...

Olha por que a revolta do povo.
Se for verdade o que deu em o liberal (ler abaixo) essas bolsas tem de ser imediatamente suspensas, porque perderam suas finalidades. E quem fiscaliza isso??? Sugiro o Ministério Público Federal.

Deu hoje no portal orm.

"Cerca de 9% dos paraenses beneficiários do Programa Bolsa Família (PBF), do governo federal, (3.457 pessoas) já possuem o próprio negócio, revela pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e produzida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O estudo, que levou em consideração dados do Cadastro Único, gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e o registro de microempreendedores individuais, fornecido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), revelou que a região Norte tem 7% de microempreendedores em sua população total, 12% de pessoas que recebem o PBF e 10% da parcela incluída no programa governamental dirigindo a própria empresa.